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    quarta-feira, 30 de novembro de 2011

    DESCONHECER O HEXA É DESCONHECER A HISTÓRIA DO BRASIL

    Depois Desse Texto Me Diga Se Você É Grande Ou Pequeno

    Salve minha Nação autodidata! Mais do que nunca vosso analfabetismo por maioria de votos me orgulha e me faz querer gritar ao mundo o quanto minha mulambada faz miséria dos PHD’s. Navegando em meus passeios infrutíferos pelas redes sociais vi que a fauna tricolor aumenta a níveis de safári e não bastando as antas e a veadada que abrigam, agora resolveram dar moral pra ratos superevoluídos e integraram uma família de gambás que é o retrato fidedigno do clubeco que leva como único diploma da vida um Supletivo na Série C que jogou-o direto na A. Mas também vi que os comedores de farofa e arrotadores de purpurina estão acatando a decisão de um juiz pernambucano a fazer a doação do título de 1987 pro Sport. Entendo que nosso genérico lá de cima nunca ganhou porra nenhuma senão aqueles bingos pra arrecadar dinheiro e comprar a luva nova do goleiro, mas deixar um juiz da casa julgar a questão não se pode nem chamar de má fé, mas de putaria.

    Ainda bem que meu povo desdentado manja pra cacete da história desse país que adotou o Flamengo como Padroeiro e deu uma lavada na enquete relâmpago deixando claro que hoje o que importa é tirar as escamas e tornar clara a verdade a quem insiste em não concordar com a mesma. E desconhecer o Hexa do Mengão em rede social é desenterrar aquela coça de fivela que seu pai esqueceu de te dar por causa da maldita cerveja. Porque alguém que afirma que a lógica, a moral e a honra atestam que o Sport faturou sozinho aquele Nacional e o Flamengo fugiu, intrinsecamente atesta que nas horas das aulas de história do Brasil estava praticando salto em altura nos muros dos colégios.

    Qualquer falido, miserável, cego e nu tem consciência de que em 1987 o Brasil recém-saía de uma ditadura e a catingada impregnada da índole de muita gente ainda vigorava pelas ruas brasileiras. Não é difícil então, compreender como ter poder financeiro ajudava a conquistar alguns favore$. Logo, meus amigos, imaginando que vocês disseminarão de modo viral esse texto vou explicar detalhadamente para que os pelados que quase levaram a professora de história a falência possam compreender a insanidade que aos montes abarrotam.

    Em 1986 o Brasileirão foi uma orgia, com clubes dando ataques, favorecimento de uns, coisas lastimáveis que a CBF tornou-se expert em fazer. Em 1987 a instituição maior do esporte futebolístico Bola Pra Frente E Gol de Mão Nacional alegou estar sem grana, sem bufufa, na merda e sem condições de realizar o tal Brasileirão. Nisso o recém-criado Clube dos 13 decidiu que o campeonato existiria sim, mas seria criado por eles, porém para ter caráter válido na FIFA, a CBF teria que estar pelo menos assinando e foi assim que aconteceu (ou deveria ter acontecido).

    O Clube dos 13 se opunha a muitos dos valores até então integrados às elites, tais como a CBF, e propunha um campeonato com voto proporcional da Confederação. Porém na casa do Titio Ricardo que conhecemos sempre imperou a política das trocas de favores, o que fazia com que clubes de nenhuma expressão decidissem mais que Clubes irrefutavelmente campeões, e com base nessa manha obscena deu-se a surreal ideia de dar chance de ir à Libertadores o campeão e o vice da Série B.

    Lógico que o Clube dos 13 pulou. Onde já se viu? Mas o problema é que um campeonato sem o Flamengo e os demais 12 seria inconcebível enquanto sem a CBF seria ilegítimo. Tivemos então a “disputa entre o legal e o legítimo”, como bem disse a reportagem do jornal O Globo de 8 de dezembro de 2009.

    Nessa condição foi-se estabelecido um acordo entre as partes e uma verdade incrivelmente vergonhosa abraçaria gerações até o dia de hoje. Estavam de acordo em levar à Libertadores apenas times da Primeira divisão, torcedores e dirigentes de clubes grandes (Série A ou Módulo Verde), enquanto a favor do envergonhamento geral da Nação, torcedores e dirigentes dos clubes pequenos (Série B ou Módulo Amarelo). Simplesmente, porque a CBF via sua galinha dos ovos de ouro no amparo aos clubes inexpressivos. Mas a elite se encontrava com o Clube dos 13, a CBF (em termos de poder) da vez.

    O Clube dos 13 desconsiderou a decisão da CBF, afinal estava a frente e em vantagem quem tinha os grandes Clubes e seguia os moldes do campeonatos anteriores, enquanto a CBF tentava depreciar o torneio atribuindo ter uma força em mãos que o Brasil sabia ser inexistente. E tendo o apoio da razão todos do Clube dos 13 desacataram a ordem subalterna da CBF, enquanto esta por razões política$ preferiu abraçar seus pequeninos pobretões e tornar 23 anos depois o campeonato de 87 interminável.

    A Confederação Brasileira de Futebol usou em questão a força ditatorial a que o Brasil recentemente havia se livrado, enquanto o Clube dos 13 – que tinha como integrantes Atlético-MG, Bahia, BOTAFOGO, Corinthians, Cruzeiro, FLAMENGO, FLUMINENSE, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, SÃO PAULO e VASCO – se ateve aos então novos princípios morais de uma nação democrática. Aí, eu pergunto: E você, está do lado da democracia que os times grandes defenderam com a honra ou está sufocado na mediocridade de quem precisou se submeter a algo mais baixo que favores sexuais a CBF para se manter vivo?

    Seja qual for sua opinião, se grande ou pequeno, quero que saiba que nenhum mulambo é baixo o suficiente para se prestar a isso. Porque na lei do Gueto dos Desdentados Semi-analfabetos Que Conquistaram o Mundo isso é inadmissível.


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    terça-feira, 29 de novembro de 2011

    ALGUNS MOTIVOS PARA SOBREVIVER ATÉ O DOMINGO

    Poderia Parar o Texto Por Aqui
    Salve Nação Rubro-Negra! Hoje quando levantei-me pela manhã o dia estava ensolarado. Fiquei feliz e animado para segurar a batimentos cabíveis o coração duma Nação que mesmo calejada e tendo assinado os termos de responsabilidade no momento do fechamento com o Mengão Vice Generator ameaça dar aquela peidada pré-rango quando a bagaça vale alguma coisa.

    Nação, temos motivos para colar o frinfa? Tá certo que as viúvas do Eurico estão de pela-sacagem, dizendo que não vale nada pra gente, que eles disputam o título, que bla bla bla, que vice vice vice e todas essas coisas que ouvimos desde o primeiro sacode em jogo decisivos que as portuguesas levaram 3 minutos antes do clube ser inaugurado. O que me intriga de verdade, me deixa assustado é o tamanho da jumentice dos descendentes de Maria Louca. Será que esses primos dos nazistas não vêem a discrepância que habita em afirmar que somos mulambos e exigir nexo de nossa parte num jogo que certamente vale muito mais pra nós que pra eles?

    Eles podiam estar disputando a final da Copa do Mundo e nós ali só pra amistoso de pré-temporada, que valendo um possível vice dos inimigos da África certamente fecharíamos o Rebouças, a Avenida Paulista e o Largo da Feira como é peculiar. E tem mais. Apenas uma vez na vida disputamos um título nacional com eles – em 2006 – e saímos rindo pra carai, gritando vice de novo e passamos 5 anos sem ter que avistar uma camisa de faixa genérica sequer.

    Ô minha gente multicores, se alguém tem que pensar em finalizar a vida, esse alguém vive em São Sanitário, os vices, que já tem até marquise pra suicídio indolor. Nós, hegemônicos cariocas em tudo e que contamos com a maior rede secadora do Universo não precisamos nos martirizar com isso. Basta contarmos com nossa veia mulamba que tem no DNA a capacidade de destruir sonhos alheios só na base do recalque e esperar pra ver o mal feito.

    Eu, hein! Tem hora que eu desconheço vocês.


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    segunda-feira, 28 de novembro de 2011

    NOSSA VACA DETESTOU O BREJO

    Reuniu O Time. Agora Fodeu!

    Salve, muito salve, salve pra caralho Nação Rubro-negra! Enfim, após um período negro, de trevas infindáveis, parece que o destino tornou a sorrir pro Rubro-Negro mais querido e odiado do planeta. E o Senhor Destino sorriu de modo gigantesco tirando nossa vaquinha do Brejo e deliciosamente nos colocando na posição mais confortável do universo – cara a cara com nossos Vices-forever. A propósito, ontem pensei que o ano fosse terminar xoxo, sem vida, molenga... Mas graças ao Cavallieri mão de alface, aquele goleirinho eterno camisa 12 filho duma égua, nosso 2011 vai terminar mítico com certeza. Enfrentar os vices na –sempre surreal – possibilidade de um título e poder valer nosso favelamento mulâmbico analfabeticamente rubro-negro é mais que golear seu amigo no PES com gol de bicicleta e tacar na internet.

    E parece que os enfaixadinhos da Carlota Joaquina mais uma vez foram chicoteados pelo Senhor do Tempo. Pegar o Mengão numa distância de um ponto da Libertadores e podendo de quebra avacalhar com a festa na Portuga-paraguaia do bico do morro é orgasmo de cinco porcas. E as chances da parada fechar a nosso favor são gigantescas, porque ainda que a Terra virasse do avesso, os Estados Unidos fossem dominados pela Colômbia e o Flamengo levasse 15 ovos dos vices; o Corinthians levantando a taça já seria motivo pra mulambada gritar o fatídico, tão esperado e maior coro do mundo “Vice de novo!”

    Os pelas de estádio modesto que serve de arena pra suicídio estão com o frinfa lacrado diante da iminência catastrófica de ser enjebado em níveis nacionais pelo Mengão Vice Generator. Se pudéssemos perguntar a cada amante escravagista o que eles prefeririam certamente diriam que a morte é algo bem mais gostoso que ver o Mengão fazendo-os vices pro Brasil todo sorrir. Galera, imagine o carnaval que será domingo que vem quando o Corinthians levantar o caneco e a gente cantar vice de novo pra Globo fazer aquela reportagem histórica a passar no Baú do esporte de 2035. Vou me trancar numa bola de vidro pra eleiminar qualquer chance de internação ou óbito até domingo que vem.

    Ver Ronaldinho chamar a equipe no centro do campo e dar aquele toque do tipo “É o seguinte: Vice a vista!” foi demais pro meu coração rubro-negro. Podemos ter certeza de que nossa equipe vai mordida e cheia de vontade de mulambar contra os caras pateomaltotemplarioescravagistas. Vontade e raça não faltarão. E cá entre nós, não perco esse jogo por nada nesse mundo.

    A peleja vai ser louca e é certo que dentro de campo vai rolar porradaria. Quem viver, verá.


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS1: Dêem aquela conferida em meu texto de hoje lá no site Bandeira Dois em minha coluna Dois Toques e, gostando, divulgue pra fortalecer.

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    sexta-feira, 25 de novembro de 2011

    TORCER SEM ABDICAR DO INTELECTO E DA HUMANIDADE

    Gatinhas, Rivais E Sem Mulher-feiagem

    Salve Nação Campeã do Mundo! A tensão que precede a reta final de Brasileirão tem como característica principal o enervamento maiúsculo dos súditos das equipes envolvidas diretamente numa disputa por vaga ou fuga do descenso, o que também de modo direto influi nas mentes juvenis subdesenvolvidas no que tange ao incitamento de agressões físicas e verbais. Qualquer ser proveniente do mítico Australopithecus (o Proconsul era muito deprimente) possui inerente à sua personalidade a capacidade de processar, analisar e então tornar palpável toda e qualquer atitude. Portanto, julgo inadmissível que em pleno século XXI, o mundo miscelânico, a maconha prestes a ser liberada pra geral sentir a brisa, evoluções tecnológicas mil e ainda tenha gente que se preste a tornar o futebol, válvula de escape tupiniquim ante as tragédias sociais que explodem em nossos rostos, numa máquina de guerra.

    Pensava eu, no alto de meus 20 e poucos anos que a maior burrice do futebol fosse afirmar que com ele nada ganhamos e que os únicos a lucrarem são os atletas, dirigentes e chefes de torcida, mas hoje vejo que a maior burrice não é afirmar e assim acreditar. O futebol além de ser uma enorme engrenagem geradora de milhões de cifras é para muitos o bálsamo em meio a dores, é o integrador, o pacificador. O futebol é – falo com a autoridade de quem vive – uma enorme rede de relacionamento onde muitos tiveram a felicidade de encontrar naquele adversário da arquibancada, no bêbado da zoação, no chato da poltrona, um amigo, fiel, parceiro, braço pra todas as horas.

    Um exemplo simples é meu brother semi-salvo, Thadeu Valadão, que participou do mítico debate Fla-Vasco no primeiro turno. Tô pra te dizer que se ele fosse Flamengo não seríamos tão amigos. O cara é vascaíno dos bons (não sabia que isso existia, mas é vero), daqueles que fala a escalação e antes do jogo começar já sabe se o treinador fez merda ou não. Enquanto eu... vocês sabem.

    Somos amigos de latinhas, detonamos altas Brahmas, racha fim de semana, festas e até jogo do Vasco em ambiente pateomaltotemplarioescravagista eu já assisti no amparo do cara. Te pergunto. Onde que o futebol não me faz ganhar nada?

    No estádio sou o mulambo rubro-negro que enxerga no lado adversário um monte de iludidos maltratados pela vida, mas na rua sou o mulambo rubro-negro que enxerga naquele monte de iludidos maltratados pela vida potenciais amigos. Minha mente de inteligência mediana se ajumenta quando incapaz de compreender o tamanho da escama que torna seres humanos teoricamente dotados de raciocínio lógico em animais irracionais que fazem de uma diversão uma chance indispensável de cometer jumentices surreais.

    Esse blog é casa flamenga, mas aqui não habita exclusivismo mesmo eu estando ciente de que nossa superioridade numérica e histórico-desportiva seja acachapante mundialmente falando e se torne um bullying quando comparado aos nossos ex-rivais feiosos de passado cabuloso e impróprio para menores de 18 anos.

    O FLAGAIATO recebe de braços abertos quem quer que seja, independente de credo e etnia. O único pré-requisito para que felicitemos e recebamos sem distinção é que o leitor tenha a inteligência mínima. Mínima a ponto de compreender que ser torcedor e gente ao mesmo tempo é totalmente possível e compreensível.

    Flamengo até na Reencarnação!




    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    quinta-feira, 24 de novembro de 2011

    SEU ADVERSÁRIO NÃO É SEU INIMIGO

    Nádia Marchi Sabe E Apoia Essa Ideia

    Salve Nação! Gostaria muito de mandar uma letra relatando o feito de meu sapinho Secadela na noite de ontem enquanto ele humildemente agourava os amantes dos açoitadores de negros de outrora na telinha da Globo, mas a síndrome de mulher-feiagem vem atacando em níveis colossais uma gentinha bonitinha por conta de discussões futebolísticas e isso é mó nada a ver. Por isso convoquei uma tricolor responsa sem medo da verdade, Nádia Marchi, para nos ajudar a compreender o que vem acontecendo nesse universo futebolístico feminino. Essa é apenas a primeira iniciativa da campanha “Seu adversário não é seu inimigo”. Confiram o papo na íntegra. Uma conversa super divertida sobre futebol, paixão clubistíca e atitudes deploravelmente nada a ver.


    Falaê Nádia, está rolando um arranca-rabo muito louco entre umas menininhas amantes de Justin Bieber, Luan Santana e Restart. E eu, como promoter da paz e defensor do esclarecimento sem freio, precisava de uma mente brilhante feminina para auxiliar a galerinha eclética que passeia pelo blog a entender esse fenônemo pós-first-menstruation que tem acometido em níveis pika as gatinhas futeboleiras da Terrinha city. Você poderia dar seu parecer e/ou explicar o que estaria acontecendo?

    Bom, acho que essas tais meninas estão com uma necessidade muito grande de aparecer. Elas viram que umas e outras demonstravam o verdadeiro amor pelo clube e que isso estava chamando atenção e gerando polêmica, acharam legal e quiseram participar. Amor não se discute, mas também não precisa ser demonstrado de forma tão pública. Quem ama, sabe o que sente e não precisa provar pra ninguem. Mas o que está rolando é uma competição de "quem ama mais, quem sabe mais e quem defende mais". A competição é no campo e o papel do torcedor é apoiar o time, não ficar discutindo com outros torcedores até porque é uma discussão ridícula de pessoas ainda mais ridículas. Ninguém é tão burro pra gostar que falem mal do seu time, mas é o burro o suficiente pra brigar por causa disso como se fosse importar ou diminuir o amor do outro. É mais uma tentativa de chamar atenção dos meninos, do que torcer pro time.

    Chamar a atenção dos meninos. Essa foi boa! Mas de acordo com o que você tem presenciado, o fenômeno pós-first-menstruation tem se manifestado com mais fulgor entre quais torcedoras estaduais? Vascaínas, rubro-negras, tricolores ou botafoguenses (se existir alguma)?

    Olha, pra falar a verdade, eu só conheço duas botafoguenses. São torcedoras de verdade, mas nunca as vi nesse tipo de briga. A maioria da tricolores que conheço são mais velhas e não tiveram essa fase, mas algumas novinhas eu já vi também. Mas eu tenho uma dúvida entre as flamenguistas e a vascaínas. Eu acho que vascaínas se manifestam mais e se intrometem em qualquer coisa. E isso faz com que essa corrente de "torcedoras modinhas" aumente. Porque as amigas vão vendo e querem ser igual.

    Isso é tenso. E chamar de torcedora modinha ofende mais que chamar de piranha dadeira. E segundo você mesma disse a “falta de macho” pode ter resultados catastróficos. O Flu tem um desafio na próxima rodada contra os pelados enfaixados de cruz palteomaltotemplarioescravagista que naturalmente, aliados à ordem da cadeia alimentar empacotaremos na última rodada. E pro Flu levar essa bagaça vai precisar da sorte de 13 Zagallos. Está confiante na vitória tricolor ou está só na torcida? Tem medo de alguma represália ou de algum ataque menstruation por parte das vaquetinhas em caso de enjebamento tricolor?


    É verdade, a falta de um homem na vida de certas meninas, é um problema. Mas que fique bem claro que o FLUMINENSE é o time de guerreiros. E tricolor sempre acredita. Não posso tirar o mérito do Vasco que tem jogado muito bem. Mas o futebol é imprevisível, e o elenco tricolor é tão bom quanto. Dedé pode ser o melhor Zagueiro atuando no Brasil, mas não é o melhor Zagueiro Brasileiro. Qualquer um que acompanha o futebol, sabe que o Thiago Silva é muito melhor que ele. Mas vascaíno é muito clubista. Não tenho medo nenhum, eu não me importo que as pessoas falem mal do meu time. Não vai diminuir o meu amor, só aumentar.

    Por isso gosto de pessoas inteligentes. Falam a verdade sem medo. Agradeço de verdade sua participação nessa casa mulamba e gostaria muito que você deixasse uma mensagem final. Pode ser de açoite, carinho, afeto ou de soca-com-raiva. A casa agora é sua.

    Gostaria muito de deixar registrado o quanto eu acho TOSCO esse negócio de "estudar sobre meu time". Estudar sobre time? Só pra poder entrar nessas briguinhas infantis? Na moral, vai pra escola estudar de verdade, fazer um curso de inglês. Isso é um absurdo, não se estuda time, você simplesmente acompanha os jogos, acredita, e aprende sobre o que está acontecendo com seu time agora. Escuta o que os torcedores falam e se interessa porque gosta; Não faça nada forçado só pra mostrar que sabe. É feio.

    Sabe Nádia, eu ia parar por aqui, mas você falou algo fundamental. Estudar sobre o time pra dizer que é tal time é de uma imbecilidade de jumento siamês. É preciso estudar a bíblia pra ser católico? É preciso estudar história do Brasil pra ser brasileiro? Pra que estudar o Fluminense pra ser Fluminense? Isso é coisa de quem come angu pra arrotar caviar. É comer carne seca e arrotar picanha. Você está certíssima! Agradeço de verdade sua participação e prometo me empenhar para que machos alfa sejam entregues a todas que mulher-feiarem por causa de bobeiras. Obrigado, de verdade!

    Que nada. Adorei! :D


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    quarta-feira, 23 de novembro de 2011

    HÁ 30 ANOS ESTABELECENDO NOSSO VITALÍCIO SACERDÓCIO

    Ali Começava o Sonho Pelado De Ser Flamengo

    Salve Nação Rubro-negra ostentadora do trono estadual! Sabe aqueles dias que você acorda sentindo uma atmosfera diferente, achando as pessoas mais bonitas e fica se perguntando por que cargas d’água o dia começou assim, tão esquisito? Hoje levantei-me desse jeito, com a sensação de que o dia era meu, que o mundo era meu, como se fosse meu aniversário. Mas pensando bem de fato é. Há 30 anos o Flamengo começava a deixar claro que o trono universal a ele pertencia. Junior, Adílio, Lico, Zico e Cia iniciavam o processo de Flamenguização Sem Freio e Precedentes que tornaria o mundo mais Rubro-Negro.

    Na época, nenhum peladão de estrela simbólica, grená (uiii) e cruz escravagista sequer sonhava em conquistar algo tão ousado, tão divino, tão magnânimo, tão Flamengo. Os anseios utópicos de uma gente sem direção, camisa e torcida que encanta com seu idioma universal de arquibancada se originaram desse assanhamento flamengo de romper as fronteiras do Rio de Janeiro , do Brasil e cravar sua bandeira bicolor de garra e sangue nas montanhas sulamericanas.

    E a Libertadores de 1981 teve tudo de Flamengo, foi daqueles títulos que se omitir o nome do campeão e apenas narrar os fatos não haverá nenhum peladão rebaixado de estádio modesto e que come angu pra arrotar caviar que não diga de prima que se trata do Flamengão Detonador Fatal. Aguerrido, polêmico, contestado, na Raça. A Libertadores de 81 foi o cartão de visitas do estilo “a la porra Flamengo de jogar”.

    Logo na primeira fase já tivemos aquele clássico jogo de desempate entre Flamengo e Atlético Mineiro que acabou aos 37 minutos por conta das expulsões de Palhinha, Chicão, Éder e Osmar por reclamação sobre a também expulsão de Reinaldo após carrinho em Zico. Porra, não foi a falta o estopim da confusão, mas o carrinho em Zico. Tá maluco?

    José Roberto Wright, tido por muitos o mais Mengão dos flamenguistas não deixou barato e mandou pro chuveiro logo seis atleticanas em polvorosa que estavam de cloaca nas patas por conta de dois balaços de arrepiar de Nunes e Calos Alberto que já haviam deixado o Serra Dourada (todo rubro-negro pra variar) em frenesi total. Sem galinhas suficientes para tocar a granja o árbitro teve que terminar a partida e dar o Mengão como vencedor, deixando as galináceas re-vol-ta-das. Mas não teve como. Quando o juiz bate o martelo não existe potinho pra lágrimas de chorumelas.

    Ainda tivemos uma segunda-fase besta que o Flamengo encarou como o Campeonato carioca e nem tomou conhecimento. Teve até discurso de presidente de país falido-forever, mas não teve jeito. Mengão fez como faz com o Vasco. Nem perdeu tempo.

    E quando se fala em Flamengo, o destino é parceirasso. Não tendo na Libertadores do ano, o incrível Boca Juniors, o Flamengo o enfrentou entre a primeira e a segunda fase num amistoso que marcava a despedida de Carpegiani faturando a bagaça por 2 a 0, gols de Zico, num jogo que contou com Diego Maradona voando pelo Boquita Juniors. E pra não dizerem que a Liberta de 81 foi moleza, o Flamengo disputava o Carioca em meio a essa ventania tendo uma sequência de jogos contra Botafogo, Americano, Cobreloa e um Fla-Flu (quando o Flu ainda era o Flu) dentro de uma semana. A torcida do Mengão cogitou pedir a Suderj que permitissem o acampamento da Nação no Maraca diante da situação ímpar que viveriam.

    Não estavam errados, eles viram o Flamengo enfiar 6 ovos cloaca a dentro do Botafogo no chamado Jogo da Vingança e assistiram presencialmente Lico se apossar da camisa 11 enquanto o Flamengo entrava para a história da tática futebolística mundial. Foram 6 no Americano, 3 no Cobreloa pelo primeiro jogo da final e mais 3 no Fluzeta em sua jornada pederasta Brasil a dentro.

    Mas o pior viria e a sexta-feira sangrenta se aproximava. Eram as porradas sem dó de Mário Soto avermelhando de sangue nosso Manto Sagrado sobre o olhar quase vascaíno de tão puto e sem moral do árbitro Ramón Barreto que marcou uma falta que resultou num gol dos Assassinos do Chile aos 33 do segundo tempo e sentenciou a partida. A peleja final estava marcada para o Uruguai.

    O jogo era de vida ou morte e a porrada cantava na pressão até Zico acertar um lindo voleio no canto direito e abrir o placar. Andrade ainda seria expulso por conta de um revide inevitável ante um chileno faminto, mas o Flamengo... É o Flamengo, já diria o poeta 30 anos depois. E num toque de genialidade por cima do goleiro, de Adílio, o infeliz meteu a mão na bola. Falta. E falta mais Zico, mais final, mais Nação secando na força... GOL do Flamengo e a bagaça estava no osso. Agora era só limpar a honra e começar o mulambamento que marcou a Nação.

    Anselmo entrou no segundo tempo escoltado por um bando de mulambos que em pensamento gritavam “Mata, mata” para só mirar uma porrada bem no olho de Mário Soto, o assassino que lesionou quase meio time do Flamengo. Anselmo entrou, bateu e saiu ovacionado. Jogo acabado, Flamengo campeão da América, Nação mulamba desdentada e de pé no chão enfim podendo comer seu churrasco gorduroso do topo da América de Baixo. E ainda tinha um Carioca e um Mundial pra faturar... Eita 1981!

    Trinta anos se passaram, a macumba de Mário Soto precisa ser desfeita, o amor ao Flamengo dentro da equipe precisa ser reconquistado, muita coisa precisa ser remoldurada, mas o principal permaneceu. A Nação permaneceu. E é dever meu, seu, do seu vizinho e daquele andarilho que caminha de peito estufado só por que ganhou uma camisa do Mengão, mostrar que a recuperação da América e do Mundo começa pela arquibancada, passa por todos nós e finda despejando sobre o time.

    Se a equipe não se entrega não tem lei, exista a regra de que a Nação se supera, o coração no peito acelera, reflamengando a nova era para mostrar ao mundo inteiro que após anos de dormência o Flamengo ainda impera.


    Flamengo até na Reencarnação!


    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    segunda-feira, 21 de novembro de 2011

    ONDE HOUVER PELEJA HAVERÁ UM CARA NOSSO

    Velando Para Que A Mulambagem Seja Completa
    Salve Nação Rubro-Negra! Mais um domingo tenso, Mengão na putaria máxima, zoação total de uns pelados... Mas que se foda! Lógico que queremos ver o Mengão doutrinando geral e deixando todos esses meliantes com as mãos e os joelhos no chão, mas quando isso não é possível basta a nós mulambarmos e ficar na secação frenética a todo e qualquer rebaixado que almeje um dia ser o que hoje somos.

    Eles podem falar o que quiser, mas Vasco, Botafogo e Fluminense sonham ter um Mundial, ser hegemônicos estaduais, hegemônicos estaduais em Nacionais, ter a maior torcida do Brasil, hegemônicos em Copa do Brasil, reconhecimento internacional, gozar de um prestígio invejável com a mídia, enfim.  Resumindo, o sonho dessa gente é ser Flamengo. Ano após ano seus flamenguismos-avessos afloram ainda mais e seus anseios pela conquista do Mundo e das pessoas desse mundo vêm ainda mais a tona.

    Ontem mesmo enquanto o Flamengo jogava sem sangue (mesmo tendo o maior hemonúcleo da galáxia com cerca de 192 milhões de litros as sangue), ouvia o sonho Rubro-Negro saindo da boca de um amante escravagista de cruz opressora os gritos de campeão, melhor do Brasil. Pensei: Porra, esse cara virou Flamengo?

    O cidadão estava em polvorosa, ovulando, tendo orgasmos com mais intensidade que uma porca tarada em festa de chiqueiro até que entrou em ação o plano mais mulambo e desdentado que já se teve notícias.

    Nação, é natural que um povo tão imenso quanto o nosso esteja em todos os lugares, mas o que ninguém contava é que além de dominar o mundo e as etnias, dominamos os times. Sim, há pelo menos um flamenguista em cada clube do Universo e no Brasileirão não é diferente. Santos, Vasco, Fluminense, Bahia, Corinthians. Em todos os clubes existe um mulambo pra dar sua tacada de mestre desmoronadora de sonhos utópicos. Enquanto a vasquetada tinha frouxos de alegria na derrota dos Gambás pras Galinhas de Minas o destino fez sua vez de jebudo number one e colocou um português negro (putz) pra empatar a bagaça e tirar a liderança das mãos dos escravagistas de outrora antes do negro favelado mulambo torcedor do Framerda detonar de vez com o sonho da liderança dos Vices do Bangu.

    Aliás, a jogada do segundo gol do Curintia foi toda mulamba. Passe do Sheik e gol do Imperador. Comemorei. Parecia gol do Flamengo. Depois de quebrar a garrafa vazia de long-neck e dar inúmeros bicudos na cômoda que recuperei a consciência e atentei novamente para o jogo do Mengão que acontecia lá na Cornolândia.

    É tenso Nação, a equipe não está ajudando, o treinador de fato é uma mula, mas ainda bem que nosso Rubro-Negro é tão fodão que tira água de pedra e nos faz sorrir mesmo quando tudo parece perdido. Quem aqui não vai fazer carreata dia 4 quando acabar o jogo só pra poder sair gritando “Ôoo Ôoooo... Vice de Novo!”?

    É o que sempre digo. Pra que chorar o leite derramado se a vaca, que é o interessante, está ali prontinha pra virar churrasco? Objetivos secundários. Passe adiante.

    Flamengo até na Reencarnação!

    PS1: Dêem aquela conferida em meu texto de hoje lá no site Bandeira Dois em minha coluna Dois Toques e, gostando, divulgue pra fortalecer.

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    sábado, 19 de novembro de 2011

    SECADOR NÍVEL TURBO MAX SOCA COM RAIVA

    Três Situações Em Que O Turbo Max Foi Ligado

    Salve Nação! To na pressa total aqui e só passei mesmo nessa casa flamenga pra fazer um pedido à Nação: Parem de secar os Vices!

    Os caras já nasceram dos mesmos carinhas que fundaram a Portuguesa (putz), escolheram símbolo malvadão cheio de maldição, juram que alguns milhares de torcedores levantaram um estádio só com doação – nem o Criança Esperança o ano inteiro consegue tal feito -, tem ranco eterno de morrer na beira da praia, chamam Fita Azul de Mundial, tem estátua de jogador que já disse ao vivo preferir a torcida do Flamengo, o outro ídolo isolou vários penais incluindo o que poderia ser o Mundial e seu maior atleta da história só é conhecido no eixo São Januário – Porta do Bar. Porra Nação, secar esses pelas é judiação. Deus nem se agrada.

    Puta sacanagem ficar elevando o chakra só pra lascar os Pelados de Mundial e “viceados” em cruz maligna que fazem campanha insana pra geral tatuar aquele pseudo-símbolo-cristão no braço.

    Imaginem 35 milhões de pessoas torcendo pra tu se lascar com força. Tenso! Por isso que eu vou dar uma colher de chá e apenas pendurar uma foto deles de cabeça pra baixo sobre um enorme sapo-boi todo costurado, de boca aberta e deitado sobre um pentágono de velas.

    Ué, não posso divertir um pouco o Secadela, meu sapinho de estimação?


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    sexta-feira, 18 de novembro de 2011

    SURDO É CEGO DOS OUVIDOS

    Não é mesmo, Sr. Luxa?

    Salve Nação Rubro-negra! É triste começar o post buscando uma expressão, um ditado ou ao menos uma palavra que possa descrever o que ocorreu na noite de ontem contra aquele time de um estado sem tradição futebolística que leva um brócolis no escudo, mas na falta de fertilidade mental que me acomete após mais esse fiasco flamengo, render-me-ei  a clássica expressão sapiente certamente inventada por algum monge tibetano: Fodeu!

    Também pudera. Durante todo o campeonato preguei e assim cumpri nosso dever anti-filhadaputismo de apoiar cada vacilão de nosso elenco caríssimo até o fim, do treinador ao atacante inoperante e vi dar resultados. Vi a torcida deixar de vaiar, gritar os nomes para impulsionar, dar colher de chá e cada um com suas forças se empenharem e melhorarem em níveis inimaginados – casos de Deivid e Welington. Mas quem deveria melhorar, ser mais humilde, menos turrão e compreender que a torcida é o patrão e trás e manda vascar quem quer, não entendeu. Ele mesmo, Vanderlei Luxemburgo.

    O comandante dungou o campeonato inteiro e assim como a mula anã que dirigiu a seleção na última Copa criou uma rixa com a torcida e teimava em fazer o contrário do que a Nação pedia. Se fora Welington fosse pedido, ele lhe dava a camisa 3, se fora Deivid, ele lhe dava a 9, se fora Fernando, ele escalava o imbecil do irmão do Cazalbé, se pedíssemos para incorporar Muralha ao elenco, ele nem no banco o colocava e o Fierro... sem comentários. Admiro Luxa com seus 95 anos de treinador profissional e uma vida inteira de flamenguismo não compreender que na Gávea vale a lei dos exaltados serão humilhados e em nosso Reino de Glórias Infindas manda quem respeita. Quem respeita a torcida, quem respeita a lógica, quem respeita o manto. Luxemburgo poderia ter descido do salto, poderia ter sido mais Flamengo, mas preferiu ser inobediente e aos poucos tentar transformar nosso oneroso rol numa espécie de Vasco de camisa maneirona. E só não conseguiu porque nosso manto e tradição sempre impediram que tivéssemos nossos frinfas perfurados pelo jebudo da Série B e foi sagaz para que ensinasse nossa torcida desde cedo que suicídio de marquise sem pintura é mico.

    Agora estamos aí, numa zona tocantinense tendo como vizinhos Figueirense e Botafogo. Dois zebradinhos sem moral fora do eixo estadual e que se sentem os tais de poder olhar pra tabela e ver o Flamengão ali parado pra foto. Nunca antes na história desse país, Figueira e Botafogo foram tão valorizados, e tudo culpa... não sou Galvão Bueno pra ficar achando culpado.

    Agora Nação... E agora, Nação? É ligar o secador na potência máxima, torcer por uma vaguinha nas Libertas – porque assim do 2º ao 5º geral estará na mesma merda – pra não estoporar nosso 2012 e pedir a Deus, São Judas, Alá, Capitão Planeta e mais quem for preciso para que ano que vem tenhamos zagueiros, atacantes e um técnico que entenda que nossa torcida são 35 milhões de treinadores com graduação em perrengamento e esquema que bota pra foder.


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    quinta-feira, 17 de novembro de 2011

    JEITINHO MULAMBO DE CONTENTAMENTO TOTAL

    A Raça Rubro-Negra Faz Parte Dessa Alegria

    Salve Nação Rubro-negra! Estou agora pensando na letra de fé que mandarei a vocês, mas confesso estar com a concentração prejudicada devido ao recibo, atestado de to na merda dado pelos vascretinos após minha dissertação com base histórica onde apenas encimei meus argumentos sobre a veracidade dos fatos tão contestada pela humanidade contemporânea.

    Ora, nada fiz senão pegar a frase final do hino deles e tecer um comentário histórico acerca do passado nebuloso português e o pavor que aquela cruz causou e ainda causa nos afro-decendentes. Certamente o siricutico virá em forma de insultos como também faziam os portugueses com os negros trazidos da África. Se procurarmos bem, mulambo devia ser um dos insultos. Mas somos mágicos e sabemos transformar nomes pejorativos em rótulos de honra. É o jeitinho mulambo de contentamento total.

    Magnífico também é a forma com que entramos na mente desses pelas para que eles nos insultem nos melhores lugares e momentos possíveis. Andando pela rua após o post de ontem fui abordado por uma torcedora tricolor que me parabenizava e dizia que sempre foi anti-flamenguista, mas algumas pessoas a fizeram ser anti-Vasco, tudo fruto da pela-sacagem emocionalmente pateomaltotempláriaseminazista que na falta de títulos e argumentos vê a luso-saída na depredação moral dos que deles discordam. Falta mulambagem gaiata nessa gente.

    Vejam o Flamengo 2011. Ganhou o estadual e comemorou pra caráleo mesmo sabendo que era o único time grande do campeonato, saiu da Copa do Brasil pra um timeco, mas focou no Brasileirão, viu a Libertadores Série B ser jogada fora na proposital pelo time inteiro diante da La Uiiii e agora vê o título nacional voar voar, subir subir... Motivo para lamento? Que nada! O Vasco ainda pode ser vice, ainda podemos cantar vice de novo e ainda tem a Série B da América pra gente secar o time que de tão amante de cruz opressora, certamente terá em seu quarto uniforme a cruz nazista.

    O jeito mulambo de ser nos proporciona alegrias infindáveis e inimagináveis. O fato de nunca termos cirandado o colo morno do capeta, ao contrário do feito por Vasco, Botafogo e Fluminense é apenas o glacê desse bolo que tem em seu cume uma magnífica cereja, popularmente chamada de Mundial de Clubes. Aliás, num dos comentários feitos por um cagado qualquer, que promove o blog na gratuita escrava com mais eficiência que os negros africanos que eles capturavam, este ser disse que nosso Mundial não é Mundial porque só teve 2 times. Engraçado que ser com 2 Real não tivéssemos comprado 1 Bacalhau e chamado o Raul em 98 essa fórmula de Mundial valeria né?

    Se os pela-saco ganharam um torneiozinho na França estilo Fita Azul só com time convidado e chamam de Mundial, porque o nosso que é autenticado e reconhecido pela ONU não pode ser considerado? Vascretino realmente deve ser tratado como criança. Ouve, ri, finge que entendeu e no fim ignora.

    Essa gente jamais saberá ser feliz, gente que se lambuza com melado, gente que não compreende que estamos numa sociedade que a verdade como ela é de nada vale se esta não for associada à verdade como ela se apresenta. Mais vices, menos vice, sem vice, foda-se. Pro mundo os vices são eles e morreu Maria. E pra finalizar deixo a Nação com um raciocínio bem interessante que refuta qualquer idéia pateomaltoescravatista de que possamos estar errados.

    Nessa sociedade de livre expressão não se prova sua verdade apenas com palavras, se prova com atitudes que por sua vez podem ser contestadas. Nesse caso resta apenas uma alternativa plenamente democrática, o voto. E aí, quem no Brasil tem coragem de disputar a verdade no voto com a gente? Se quiserem, tempos um pouco mais de 35 milhões a disposição.


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    quarta-feira, 16 de novembro de 2011

    UMA MENTIRA DITA MUITAS VEZES...

    Com A Bola, Franciso Carregal, Negro e No Futebol. Esse É O Uniforme Do Vasco?

    Salve Nação Mulamba! Nessa quarta-feira com cara de segunda levantei-me pronto para exercitar minha veia mulâmbica sem medo de ser feliz. Como bons desdentados, analfabetos, marginalizados e vítimas de toda a sorte de preconceitos já imaginados, nós rubro-negros somos franco-atiradores nessa sociedade onde mamelucos, caboclos, mulatos e toda a sorte de miscelânea que não saiu negro pensam que são brancos. Por isso resolvi de verdade, hoje, com o poder nas mãos zonear barraco em festa e como diz a música “Uh, vai pra cima. Mete bala na Colina!”

    Os hiantes semi-pagãos de São Sanitário cuja massa encefálica frita para bolar novas piadas, já encheram o saco de todos do resto do Brasil com jargões como o que enfatiza que uma mentira dita muitas vezes se torna verdade – fazendo alusão aos possíveis mais vices de um mundo onde a fama chocantemente caiu sobre eles. Reclamam número de vices, número de título, um tal “mundial” disputado na França (??), o Hexa do Flamengo, a divisão do Fluminense, a moral do Botafogo e na falta de conquista entenderam que o futebol é um desporto filantrópico que torna imortal não o campeão, mas o bonzinho. E com isso fizeram até camisa para enfatizar que eles sim são os anjos desse mundo cão que inseriram negros e operários no futebol.

    Que o futebol possui esse poder, é inegável, mas verdade seja dita. Esse título cabe a equipe do Bangu, fundado em 1904 por ingleses que trabalhavam na Companhia Progresso Industrial do Brasil (ou seja, um time de operários) e não ao Vasco conforme bem citou Mário Filho - jornalista que tem seu nome eternizado no estádio do Maracanã - em seu livro “O negro no futebol brasileiro” do ano de 1947. Livro que eu recomendo muito.

    Em 1905, no dia 14 de maio o Bangu jogava tendo em seu time Francisco Carregal, um legítimo negro operário carioca. E o futebol do time da cruz pateomaltotemplária só foi nascer em 1916, para só em 1923 o então Vice-forever conseguir subir para a 1ª divisão. Não é necessário um supletivo, pós-graduação em física quântica, nem possuir mais que a 5ª série para compreender que 1905 veio antes de 1916, o que torna o Bangu o verdadeiro desbravador de fronteiras e integrador racial nas quatro linhas do futebol.

    Até porquê, não sei se é do conhecimento de todos, mas uma das 526 cruzes que o Bi-vice do mundo leva em seus uniformes embolorados é a cruz templária. O que pra mim, como negro, causa pavor, afinal os navios negreiros que sentenciaram à escravidão e à morte vários dos africanos que tinham suas famílias esfaceladas para servirem como escravos e parceiros sexuais no Brasil tinham em sua característica principal a cruz templária, tida pelas minorias como a cruz do medo. Porque essa organização – a ordem dos cavaleiros templários - fundada pela igreja em 1128 foi crucial na decisão das cruzadas que culminou na morte de muçulmanos, cristãos e até mesmo crianças naquela guerra insana. Ser templário era crer que a solução do mundo era atacar as classes menos favorecidas, tida por tais pensadores como o peso da terra. Por isso, os negros, pobres e as demais minorias eram esmagadas.

    Com isso tudo, seria bem contraditório se um time de origem portuguesa virasse a casaca colocando em seu clube a escória de outrora. Qualquer criança com o conhecimento mínimo em história geral é capaz de associar Portugal com escravidão e colônias de exploração, pois ao contrário do trabalho inglês, a colonização portuguesa fez com que todos os por eles colonizados ser tornassem futuramente países sub-desenvolvidos. Logo, poderia um clube chamado Vasco da Gama, português até no nome continuar pagando de vilão num país recém saído da escravidão? Algo tinha que ser feito e deveria ser rápido.

    Vendo os então Vice-alone que a bagaça tava tensa, dinheiro faltando e a merda feita, apoveitaram-se da pequenesa banguense, aceitaram uns negros e loco tacaram - a que talvez seja a maior mentira do futebol – que eles inseriram os negros no esporte bretão, afirmando que sem eles Pelé não teria sido o rei.

    Então, nação rubro-negra e geral que certamente tá curtindo a vera e doido pra encontrar um vascrestino na rua para gritar “mentiroso!”, não aceitem mais essa mentira vindo desses carentes de mundial, faixa verdadeira e estádio que agüente clássico. Quando vierem com papinho de igualdade, lembrem logo dele, o incrível, maravilhoso e integrador social nacional... o Bangu Atlético Clube, que não usa cruz opressora.

    Ser negro e/ou amante da igualdade é se opor a qualquer sinal de violência e desumanidade. E são essas duas coisas terríveis que a cruz templária me faz lembrar.

    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    segunda-feira, 14 de novembro de 2011

    AGORA É A HORA E AMANHÃ O NOSSO DIA

    A Escolha do Padroeiro Não Foi A Toa

    Salve Nação! Dia tá tenso, geral com aquela sensação de que está tudo fora do lugar e a pergunta “o que foi aquilo?” não sai da nossa mente. Sei galerinha, que o justinbieberamento da Nação quanto as nossas chances de conquistas no Brasileirão 2011 foi inevitável atingindo até o blogueiro que vos escreve, mas se tu for Flamengo de verdade vai enxugar essas lágrimas nada a ver, sacudir a poeira e lembrar que amanhã é o dia do Mengão. 116 anos que o mundo ganhou novas cores ante o nascimento de um arrebatador amor. Dia de pegar aquele manto suado do jogo de domingo, botar pra secar no sol, tacar aquele perfume fortíssimo da AVON pra disfarçar a inhaca e sair pra rua exuberante ante os famélicos rivais que vez ou outra tem um alento do destino, fato que sempre precede aquela enjebada dolorosa que ano após anos vemos, rimos e não cansamos de avacalhar.

    Não pensem que não estou decepcionado em ver nosso Flamengo levando outro W.O no campeonato e pasmo com a capacidade desse time de jogar pra caralho ou jogar porra nenhuma. Porém sou Flamengo e estou sentenciado a olhar pro lado e ver que ainda que numa fase melhor, meus rivais serão sempre aqueles velhacos famintos que raramente deliciam-se com um pedaço frio de frango e fazem aquela lambuzeira.

    Por isso peço a Nação que não deixe de apoiar, porque entramos no campeonato com um time que tinha a máxima obrigação de se classificar para as Libertadores e o que passasse seria lucro. E ficar de fora desse torneio sulamericano seria trágico em níveis avassaladores prejudicando até mesmo contratações para o ano seguinte – zaga, por exemplo. No Flamengo é assim. Vaca no brejo também merece apoio... Vai que ela sai.

    Então galerinha, bora curtir essa véspera de feriado, encher a bufa e nos preparar para amanhã que é o dia do Clube de Regatas do Flamengo. Dia do clube carioca que é único e soberano em Mundiais, maior campeão do estado, nunca rebaixado e consegue o paradoxo de ser o mais querido e o mais odiado do planeta. Vamos também colocar em nossos perfis nas redes sociais fotos com o manto sagrado pra dar aquele susto natural nos feiosões que dão aquela apertada no frinfa sempre que vêem o manto rubro-negro fazedor de vices em escalas colossais. Precisamos dar as caras e mostrar nosso orgulho. Fazer o que se popularidade se mede assim?

    E se alguém vier te encher o saco com chacotinhas... Chama pro mata-mata de títulos e começa citando o Mundial. É fatal, maneiro e evita perda de tempo. Porque flamenguista que se preza não curte ficar dando lenço pra rebaixado chorar.


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS1: Dêem aquela conferida em meu texto de hoje lá no site Bandeira Dois em minha coluna Dois Toques e, gostando, divulgue pra fortalecer.

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!

    sábado, 12 de novembro de 2011

    NANO COXA

    Tem Certeza Além do Verde E Branco Não Rola Um Grená?

    Salve Nação Rubro-negra! Passei parte da sexta e um bom pedaço do sábado na esperança de encontrar um torcedor do Coritiba para fazermos aquele debatezinho maneiro que sempre faço com torcedores de times inexpressivos no futebol mundial, mas descobri que encontrar um torcedor declarado do Coxa é mais difícil que achar botafoguense menor de idade. O time conhecido como o Flu do Paraná (devido aos constantes desce e sobe interdivisionais) tem uma historiazinha pífia, um passado cabuloso e são tão carentes de tudo que nem papinho de time de cidadão, filantrópico e amigo dos animais, como o Vasco faz, eles tem a capacidade de fazer. Dizem que desde os primórdios da fundação dessa coisa o cu deles estava tão fodido que não sobrou nem pro nome. É tanta vergonha que o recorde de público no Couto Pereira pertence ao Atlético-PR, pode?

    Não é preciso fazer uma longa dissertação para que a nação compreenda que o timeco em questão é mais uma daquelas equipes meia-bomba do Brasileirão e que só disputam pra não cair e/ou atravancar a tabela. Verdadeiro botafogueiro da parte de baixo do mapa. Aliás, fazendo essa analogia super bacana podemos lembrar do único feito “digno” desses pelas-paranaenses – venceram o Bangu numa final de Brasileirão. Imaginem que tenso uma final entre Bangu e Coritiba. Castigo de corno.

    Mesmo eles tendo essa parada de retrospecto, tabu (que foi feito para ser quebrado) e tantas outras lendas a favor, o Flamengo tem a obrigação moral de bater sem dó nesses pelados. Mas é bater e sair voado, porque vocês sabem como eles reagem ante derrotas vexatórias em casa, né? Sem contar que esses falidos de São Paulo do Sul conseguiram a façanha interplanetária atemporal e surrealmente utópica de ser vice pro Vice. Perder pro Vasco em final é ferir a Constituição. Uma equipe dessas tem que levar coça de chibata igual acontece em países de regime ditatorial e absolutista.

    Só o fato de ter executado o inimaginável e conseguido o 3º lugar numa disputa entre apenas dois times – porque o vice do vice é, na lógica, o terceiro – já é motivo extraordinário para que ensapequemos a peroba nesses coxa, que estão mais pra bunda, sem piedade alguma. Diante do retrospecto total dos algozes do Bangu – hihihi –, nossa superiodade numérica, moral e salarial levando em consideração aquela modéstia mulamba que nos é peculiar, aceito uma vitória com 1 golzinho de diferença, desde que role caneta, chapéu e/ou gritos de olé.

    Porque lembro-me como se tivesse sido ontem da declaração de Marcelinho Paraíba quando jogava no Coritiba: "Estou focado em tirar o Coxa dessa situação, mas meu sonho é voltar a jogar por um grande clube." loool


    Flamengo até na Reencarnação!

    PS: Aê galerinha. Não deixem de curtir todas as segundas-feiras minha coluna esportiva no Bandeira Dois. Bora lá repetir a moral que vocês sempre me deram aqui. Valeu!